Prémios Exportação e Internacionalização, uma iniciativa conjunta do Novo Banco e do Jornal de Negócios
Melhor PME Exportadora Bens Transaccionáveis
Vencedor: J M Gonçalves Tanoaria
parabéns!
Mostrar mensagens com a etiqueta indústria. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta indústria. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
o que é que francis ford coppola tem em comum comigo?
ambos somos consumidores de produtos made in palaçoulo.
já se sabia que o realizador de apocalypse now e de o padrinho era senhor de bom gosto. esta notícia é só uma confirmação:
a notícia, publicada na revista fugas (do público), já é do sábado passado, mas só ontem (e por acaso) lhe pus a vista em cima.
já se sabia que o realizador de apocalypse now e de o padrinho era senhor de bom gosto. esta notícia é só uma confirmação:
a notícia, publicada na revista fugas (do público), já é do sábado passado, mas só ontem (e por acaso) lhe pus a vista em cima.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
terça-feira, 26 de abril de 2011
hoje foi dia de palaçoulo na antena 1
A Antena1 começou esta manhã uma ronda por várias aldeias do país que são exemplos de desenvolvimento.
Na aldeia de Palaçoulo, no concelho de Miranda do Douro, o jornalista José Guerreiro moderou um debate sobre a crise e o presente e o futuro da localidade com quatro convidados: Manuel Gonçalves, presidente da Junta de Freguesia de Palaçoulo; Domingos Martins, representante da associação cultural Caramonico; Hélio Martins, representante da Tanoaria J.M. Gonçalves; e Silvestre Marques, da cutelaria Martins.
Antena 1 - Debate sobre a aldeia de Palaçoulo, em Miranda do Douro
O repórter José Guerreiro entrevistou o cuteleiro José Afonso Martins e o tanoeiro Manuel Gonçalves. As suas empresas são dois dos motores da aldeia transmontana onde não há desemprego.
Antena 1 - Entrevista a José Afonso Martins e Manuel Gonçalves
Na aldeia de Palaçoulo, no concelho de Miranda do Douro, o jornalista José Guerreiro moderou um debate sobre a crise e o presente e o futuro da localidade com quatro convidados: Manuel Gonçalves, presidente da Junta de Freguesia de Palaçoulo; Domingos Martins, representante da associação cultural Caramonico; Hélio Martins, representante da Tanoaria J.M. Gonçalves; e Silvestre Marques, da cutelaria Martins.
Antena 1 - Debate sobre a aldeia de Palaçoulo, em Miranda do Douro
O repórter José Guerreiro entrevistou o cuteleiro José Afonso Martins e o tanoeiro Manuel Gonçalves. As suas empresas são dois dos motores da aldeia transmontana onde não há desemprego.
Antena 1 - Entrevista a José Afonso Martins e Manuel Gonçalves
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
desta vez, a sic: Palaçoulo, aldeia imune à crise
a nível de presenças da televisão portuguesa, a aldeia de palaçoulo já rivaliza com josé sócrates (mais o seu caso freeport) ou cristiano ronaldo (mais os seus casos amorosos).
agora, a notícia não é "palaçoulo apareceu na televisão". noticia agora é "esta semana não houve reportagens sobre palaçoulo em nenhuma televisão". e isso é que são boas notícias.
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
facas pires na net
por meio de um comentário neste blog, que agradeço, fiquei a saber da existência de mais um sítio na net de uma empresa de palaçoulo. depois de já constarem do livro do guinness, as facas pires estão à mostra de todo o mundo em www.facaspires.com.
[o link passará também a estar disponível na barra lateral deste blog]
[o link passará também a estar disponível na barra lateral deste blog]
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
pipos sem fronteiras
mais uma vez, a notícia de capa do jornal Nordeste é sobre palaçoulo, o que já começa a ser um hábito. desta vez, a propósito de uma tanoaria que "é um verdadeiro caso de sucesso a nível mundial."
ver notícia
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
navalhas com fair-play
o Jornal Nordeste fez a última capa com o lançamento de uma nova linha de produtos oficias dos 3 grandes clubes portugueses, made in palaçoulo.
ver notícia
quarta-feira, 23 de abril de 2008
a pipa

situação 1: jantar a dois. primeiro jantar. bom restaurante, bom ambiente, boa comida e bom vinho. sobretudo bom vinho.
aperitivos, primeiras conversas, primeiros copos de vinho. este vinho - diz ele - é da melhor casta, da melhor colheita, de 2001.
ela prova, sorri, mas acrescenta que não acha nada de especial. na realidade, ele também não está a achar o vinho nada de especial, mas ele sabia que era da melhor colheita, da melhor casta, tinha de ser bom. e ela, deixa lá, o que é que isso interessa, vamos mudar de assunto. ele concorda, queixa-se desta primavera que nunca mais chega, ela concorda, o tempo anda horrível. a comida estava boa, ele ofereceu-se para a levar a casa, mas ela preferiu apanhar um táxi e ficaram de combinar voltar a jantar um dia destes.
situação 2: jantar a dois. primeiro jantar. bom restaurante, bom ambiente, boa comida e bom vinho. sobretudo bom vinho.
aperitivos, primeiras conversas, primeiros copos de vinho. este vinho - diz ele - é da melhor casta, da melhor colheita, de 2001.
ela prova, sorri, e diz que é, de facto, fantástico. ele concorda, aliás, já sabia que era fantástico, era da melhor colheita, da melhor casta. e ele, a servir mais dois copos a pedir para lhe falar de si. e ela a falar, e os dois a rir, depois falou ele e riam outra vez. e mais uns copos de vinho, e a conversa estava óptima, e a comida estava óptima, a sobremesa deciliciosa, o café perfeito. sairam, divertidos. ele convidou-a para ir até casa dele e ela, estava a ver que tinha de te convidar eu. e ainda havia daquele vinho em casa, da melhor casta. da melhor colheita...
Obviamente são 2 situações que se desenvolvem nas mesmas condições, com resutados diametralmente opostos. o ponto de disturbio das situações está claramente no vinho. mas como, se o vinho era do mesmo, da melhor casta, da melhor colheita de 2001? eram de facto dois vinhos da melhor colheita da melhor casta de 2001, mas eram vinhos diferentes: o vinho da situação 2 tinha sido armazenado e tratado em pipas de palaçoulo, o vinho da situação 1, não.
P.S. a qualidade das pipas produzidas em palaçoulo remonta à antiguidade: consta que Baco, deus romano do vinho (porque percebia muito de vinhos, e que gostava de bacanais, aliás bacanal deriva de baco) terá recusado uma noite louca com Vénus, deusa romana do amor (porque percebia muito do amor), por esta lhe ter servido um copo de vinho que não tinha sido tratado em pipas de palaçoulo.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
a navalha
quem usar navalhas/facas que não de palaçoulo para descascar uma batata que seja, devia cortar-se (só um bocadinho, para não aleijar muito) à primeira tentativa. para se lembrar que está a usar o objecto errado. as facas são de palaçoulo. ponto. como os ovos moles são de aveiro.
quem liga a ovos moles de santarém? quem liga a navalhas de setúbal ou de Hong Kong? nunca ninguém puxará da sua navalha e dirá, com orgulho: repara que esta navalha é de Hong Kong. ou de setubal. Já as 'palaçoulas', como também são conhecidas, são exibidas como preciosidades. grandes ou pequenas. utilitárias ou personalizadas. industriais ou artesanais. são de todos os tipos e são as melhores.
as navalhas de palaçoulo são tão boas que, consta, se alguém for esfaqueado (ou navalhado) por uma delas não morrerá, porque a navalha se recusa a cortar qualquer órgão vital, ganhando um controlo próprio que a faz desviar para zonas menos ofensivas. só para ver quão boas são...

é normal pessoas referirem-se a palaçoulo como a terra das navalhas, sendo no entanto um pouco redutora esta definição, dados os (muitos) outros factores (e sectores) relevantes da terra.
normal também, e agora de forma mais exacta, é referirem-se às navalhas como 'aquelas coisas que cortam e são feitas em palaçoulo'.
quem liga a ovos moles de santarém? quem liga a navalhas de setúbal ou de Hong Kong? nunca ninguém puxará da sua navalha e dirá, com orgulho: repara que esta navalha é de Hong Kong. ou de setubal. Já as 'palaçoulas', como também são conhecidas, são exibidas como preciosidades. grandes ou pequenas. utilitárias ou personalizadas. industriais ou artesanais. são de todos os tipos e são as melhores.
as navalhas de palaçoulo são tão boas que, consta, se alguém for esfaqueado (ou navalhado) por uma delas não morrerá, porque a navalha se recusa a cortar qualquer órgão vital, ganhando um controlo próprio que a faz desviar para zonas menos ofensivas. só para ver quão boas são...
é normal pessoas referirem-se a palaçoulo como a terra das navalhas, sendo no entanto um pouco redutora esta definição, dados os (muitos) outros factores (e sectores) relevantes da terra.
normal também, e agora de forma mais exacta, é referirem-se às navalhas como 'aquelas coisas que cortam e são feitas em palaçoulo'.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
